
Joinville precisa parar de tratar o acolhimento de crianças como despesa e voltar a tratá-lo como direito, com proteção integral e garantia do bem-estar
Em 2019, Joinville assistiu ao fechamento do Abrigo Infanto Juvenil municipal. Na época, o município justificou a medida com argumentos financeiros e passou a apostar na compra de vagas e em modelos terceirizados de acolhimento, mesmo diante de fortes críticas de trabalhadores, movimentos sociais, CDH e SINSEJ que alertavam para os riscos da precarização do serviço.










