A gestão do Governo do Novo em Joinville enfrenta fortes questionamentos quanto ao seu equilíbrio fiscal e capacidade de investimento. Apesar de o partido alegar "falsa narrativa" para descredibilizar críticas sobre as finanças do município, a administração contratou R$ 800 milhões em financiamentos e possui R$ 1,8 bilhão em fase adiantada para novos projetos. No entanto, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Joinville (SINSEJ) denuncia que, enquanto a alegação de "restrição orçamentária" impede a valorização dos servidores e o cumprimento do plano de carreira, a prefeitura tenta desqualificar o Tribunal de Contas do Estado (TCE) ao sugerir que a instituição busca criar uma crise artificial nas contas públicas.
Em outra frente, o Movimento Olga Benário, que reivindica atendimento a mulheres vítimas de violência, tem sido alvo de ataques e ameaças por parte de vereadores que desaprovam a ocupação de um imóvel público abandonado pelo grupo. O texto critica veementemente o que chama de "reacionarismo" e "mentalidade atrofiada" de alguns políticos, citando um episódio específico envolvendo o vereador Mateus Batista e agentes da Guarda Municipal contra as ativistas. Essa postura é vista como um retrocesso que dificulta a convivência social e prejudica a imagem de Joinville e de Santa Catarina.
A infraestrutura da cidade também apresenta desafios. Parte das obras da Ponte Joinville, essencial para a mobilidade na zona sul, está paralisada devido a um impasse financeiro. Uma empresa subcontratada alega não ter recebido R$ 12 milhões por serviços prestados, enquanto a contratada teria recebido um aditivo de R$ 22 milhões sem repassar os valores devidos. A prefeitura, por sua vez, aponta um desacordo comercial entre as partes, mas assegura que as obras seguem normalmente, apesar do conflito.
Adicionalmente, o SINSEJ denunciou as precárias condições da Escola Municipal Paul Harris, que estaria impossibilitada de receber alunos e professores devido a alagamentos, banheiros interditados e obras inacabadas. A previsão de conclusão das obras apenas para junho de 2027 levanta dúvidas sobre o retorno às aulas e a falta de um plano B. A notícia também aborda a baixa representatividade política de Joinville em âmbitos estadual e federal, incentivando a conscientização dos eleitores para a importância de eleger representantes locais, sugerindo o voto distrital misto como solução.
Por fim, a coluna lamenta o falecimento do radialista e advogado Natanael Rocha, figura marcante em Joinville, e menciona outros eventos e figuras políticas locais, como a Festa do Senhor Bom Jesus de Araquari, a disputa eleitoral para deputado estadual e federal, e a participação de candidatos ao Senado em plenárias na cidade.

