Os detalhes da política de Joinville e região você confere hoje (30) na coluna mais lida da cidade. Com escala ou sem, curta o dia e o feriado bem informado aqui.
EDITORIAL O problema das pessoas em situação de rua em Joinville está beirando o CAOS e o descontrole, em condições inóspitas. É preciso que haja, urgentemente, ações integradas entre prefeitura, assistência social, segurança pública e saúde pública, acompanhadas pelo Ministério Público. URGENTE. Essas pessoas não são marginais ou criminosas agindo conscientes de seus atos. São seres humanos com vidas sofríveis, sob intensa dor, amortecida com o uso de entorpecentes, desconectados da realidade, tornando o centro da cidade uma CRACOVILLE. São Paulo tem muito a nos ensinar sobre isso.
A ação integrada do governo municipal deve ser humanista e assertiva para resolver o problema. No entendimento desta Coluna, a internação involuntária é uma saída permitida por lei federal. A droga, para essas pessoas, se tornou uma fuga e a consciência cidadã se foi. O deputado estadual Fernando Krelling, como pode ser visto na nota abaixo, conseguiu tirar uma dessas vítimas da rua, descobriu quem era a família e o ocaso doloroso deixou de existir, por meio de uma internação voluntária. A família o recuperou e, hoje, ele retomou a sua cidadania, inclusive a faculdade de psicologia. As ações humanistas de Fernando Krelling sobre o problema das pessoas em situação de rua chamam a atenção O deputado estadual Fernando Krelling (MDB) tem sido uma voz assertiva nas críticas e ações sobre o maior gargalo atual de Joinville: a situação complexa das pessoas em situação de rua, que tem causado incômodo e problemas aos munícipes da região central da cidade. Destinou uma emenda de R$ 1 milhão para ajudar nas ações de acolhimento no município. Cabe à prefeitura a execução de um projeto que retire o máximo possível de pessoas das ruas. Diferente de alguns vereadores que tratam essas pessoas como “lixo humano”, Krelling, ao contrário, tem agido como cristão e com humanismo, inclusive empenhado em salvar essas vidas.
Prefeita Rejane Gambin se pronuncia sobre a emergência do tema das pessoas em situação de rua O governo de Joinville aprofunda o debate sobre as pessoas em situação de rua. O complexo tema precisa ser tratado com seriedade, estabelecendo soluções humanizadas. A prefeita Rejane realizou reuniões técnicas e operacionais, determinando o reforço imediato nas ações de segurança pública e a intensificação das rondas no entorno do Restaurante Popular no Bucarein e no Adhemar Garcia. Essa é uma medida assertiva que já havia sido posicionada pela Coluna.
Tem razão a prefeita quando contrapõe a pressão que vem sendo feita por alguns vereadores de que o Restaurante Popular deveria ir “para o raio que o parta”. Falas desse tipo são irresponsáveis e só buscam likes e votos extremistas. Dados do primeiro trimestre deste ano apontam que foram servidas 135 mil refeições. Do total, 76%, o que corresponde a mais de 100 mil atendimentos, foram destinados a idosos, crianças e famílias em situação de vulnerabilidade, enquanto 24% das refeições foram consumidas por pessoas em situação de rua.
Governador Jorginho Mello sanciona lei que beira a censura na formação da cidadania O astrólogo, já falecido, Olavo de Carvalho, vítima de Covid-19 e de seu negacionismo, fez muito estrago na mentalidade obscura de seu fã-clube, caso de Ana Campagnolo (PL). A Lei estadual 19.776/2026, de autoria da deputada estadual, sancionada pelo governador Jorginho Mello, permite a restrição dos pais sobre a participação de alunos em temas como identidade, orientação e igualdade de gênero.
A deputada e o governador querem impedir a formação crítica e de cidadania dos estudantes, além de se meter no programa didático-pedagógico das escolas. O advogado Rodrigo Bornholdt gravou um vídeo crítico e chamou de “acinte” a lei estapafúrdia, provavelmente mais uma a ser cassada pelo STF, devido à inconstitucionalidade.
O MDB, como partido, literalmente se partiu Quando uma organização partidária não tem unidade e se submete a quem a humilhou, a fragmentação expressa a desavença e a tática nefasta do cada um por si. O MDB, Carlos Chiodini e a direção partidária precisam diagnosticar como o “Manda Brasa” virou a casa da Mãe Joana e se haverá conserto quando se tentar juntar os cacos. A reunião com 55 prefeitos, vice-prefeitos, deputados e vereadores no Hotel Majestic, na última segunda-feira (27), expôs a incapacidade de liderança do presidente Carlos Chiodini. A carta aberta publicada como contraponto só serviu para destacar o desrespeito de parte significativa do partido com a direção e com o presidente.
O governador Jorginho Mello conseguiu sua segunda jogada de mestre no tabuleiro da articulação política para a sua reeleição. A primeira foi decidir pelo então prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo), como seu vice, escanteando o MDB e, segundo, ter rachado o partido do saudoso LHS, com o apoio da esposa do finado líder que dava coesão ao partido. Estamos de olho nas cenas dos próximos episódios. Sinsej denuncia agressão contra professores da rede municipal A profissão de professor deveria ser a melhor remunerada e mais valorizada pelo poder público e pela sociedade. Afinal, estamos falando da categoria que passa o conhecimento a nossos filhos, porém a educação deve vir de casa. Engana-se quem imagina que o professor tem obrigação de educar as nossas crianças. Isso é tarefa do pai, da mãe, enfim, dos tutores, da família.
O Sinsej denunciou, em suas redes sociais, a violência ocorrida contra uma professora em um CEI, ameaçada e hostilizada com gritos e ofensas pela mãe de um aluno, no local de trabalho. O problema é que a ação não é isolada. O sucateamento e a precarização do serviço público têm intensificado os ataques aos professores, dentro e fora da sala de aula. Pesquisa nacional aponta que 4 em cada 10 docentes já presenciaram agressões em ambiente escolar e 1 em cada 10 já presenciou atentados à vida. Triste realidade que precisa ter fim. Prefeitura moderniza a iluminação pública de Joinville O governo municipal avança na modernização da iluminação pública nos bairros de Joinville. A zona oeste e a zona sul têm 13 equipes trabalhando para garantir o serviço com tecnologia em LED. A escuridão em algumas ruas dos bairros periféricos preocupava os moradores. A população pode registrar situações como lâmpadas acesas durante o dia, piscando ou apagadas durante a noite, via call center, pelo telefone 0800 410 0036, no aplicativo Joinville Fácil ou por meio da Ouvidoria da Prefeitura. E é alvo de apuração pelo MPSC sobre imóveis cedidos a particulares A situação de imóveis cedidos pela prefeitura de Joinville também foi alvo de apuração pelo MPSC, que recebeu a informação de que apenas 63 estão em dia com a manifestação de interesse de permanecer no local, em relação a um total de 180 imóveis com permissão de uso em vigor. A promotoria cita que o uso dos bens públicos por particulares é permitido, mas cabe ao município verificar se o uso atende ao interesse público e fiscalizar o cumprimento das obrigações assumidas para a permissão de uso, com rescisão em caso de descumprimento. Rápidas

