Durante a discussão em plenário, o autor da proposta afirmou que reconhece as limitações atuais da estrutura municipal para colocar o programa em prática, especialmente em relação ao efetivo da Guarda Municipal. Mesmo assim, defendeu a aprovação da matéria para que a Câmara possa acompanhar e cobrar a futura implementação. A falta de profissionais também foi apontada pelos vereadores Diego Machado (PSD) e Brandel Junior (Republicanos). Diego destacou que Joinville perdeu cerca de 300 policiais militares na última década e afirmou que, atualmente, menos de 200 policiais atuam diariamente nas ruas da cidade. Segundo ele, tecnologias como o Botão do Pânico dependem de equipes disponíveis para garantir uma resposta rápida. Brandel Junior afirmou que o Legislativo não deve deixar de apresentar propostas importantes por conta das dificuldades enfrentadas pelo poder público, mas criticou o fato de muitos projetos precisarem ser autorizativos, sem impor obrigação ao Executivo. Já o vereador Wilian Tonezi (PL) fez críticas justamente ao caráter autorizativo da proposta, classificando-a como um "projeto para inglês ver". Ele chegou a pedir o adiamento da votação para que o texto fosse transformado em uma proposta impositiva, mas o pedido foi rejeitado pelo plenário.
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